20.1.08

Cuando Nadie Me Ve (tradução)



Às vezes me elevo, dou mil piruetas
Às vezes me fecho atrás de portas abertas
Às vezes te conto o porquê deste silêncio
E é que às vezes sou seu e as vezes do vento

Às vezes de um fio e às vezes de um cento
E tem vezes, minha vida, te juro que penso:
Por que é tão díficil sentir como me sinto ?
Sentir como me sinto ! Que seja díficil

Às vezes te olho e as vezes te deixo
Me emprestar tuas asas, revisto suas pegadas
Às vezes por tudo ainda que não me falhe
Às vezes sou teu e às vezes de nada
Às vezes te juro e é verdade o que sinto
Não te dar a vida inteira, te dar somente esses
momentos
Por que é tão díficil ?
Viver é somente isso? Viver é somente isso...
Por que é tão díficil ?

Quando ninguém me vê, posso ser ou não ser
Quando ninguém me vê, ponho o mundo do avesso
Quando ninguém me vê, a pele não me impede
Quando ninguém me vê posso ser ou não ser
Quando ninguém me vê.
...

Te escrevo dos centro da minha propria existencia
De onde nascem os desejos, a infinita excencia
Tem coisas muito suas que eu não compreendo
E tem coisas muito minhas, mas é que eu não as vejo
Suponho que penso que eu não as tenho
Não tendo minha vida, os versos se acendem
Que no escuro te posso, sinto muito, não acerto
Não acenda as luzes que tenho nus
A alma e o corpo

Quando ninguém me vê, posso ser ou não ser
Quando ninguém me vê, pareço a sua pele
Quando ninguém me vê, eu penso nela também

...

Quando ninguém me vê, a pele não me impede
...

Às vezes me elevo, dou mil piruetas

te fecho em meus olhos atrás de portas abertas
Às vezes te conto o porquê deste silêncio
E é que às vezes sou seu e as vezes...
Do vento
Às vezes do vento
E às vezes do tempo
Às vezes do vento
*
(Alejandro Sanz)

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Deixe-me, aqui, uma gota de ti...
Deixe-me o sonhar, o desejo...
Divida comigo teu sentir...